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Julho de 2009

21/07/2009 13:21:00

UEMS recebe bolsas do CNPq para alunos cotistas



O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq – concedeu à Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, 14 bolsas de Iniciação Científica em um projeto piloto denominado PIBIC Ações Afirmativas. Esse projeto tem como objetivo principal ampliar a formação técnico-científica dos estudantes da graduação cuja inserção no ambiente acadêmico tenha se dado por uma ação afirmativa no vestibular.

A inscrição da UEMS no programa foi resultado do trabalho conjunto das Pró-Reitorias de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPP) e da Pró-Reitoria de Extensão (PROEC), por meio da Divisão de Pesquisa e da Divisão de Inclusão e Diversidade. Segundo o pró-reitor de Pesquisa de Pós-Graduação da UEMS, Sidnei Eduardo Lima Junior, “esse é o reconhecimento à seriedade do nosso Programa de Iniciação Científica e da nossa política de inclusão de alunos cotistas no vestibular”. Ainda segundo ele, apenas neste ano de 2009 o número de bolsas de Iniciação Científica concedidas pelo CNPq à UEMS aumentou 60% em relação ao ano anterior.

As bolsas PIBIC Ações Afirmativas têm o mesmo valor e a mesma vigência das demais bolsas de Iniciação Científica e já estão sendo concedidas aos alunos que foram aprovados no processo seletivo PIBIC e que cumprem os demais requisitos necessários. Segundo o Chefe da Divisão de Pesquisa, Etenaldo Felipe Santiago, “todos os cotistas com propostas aprovadas na seleção PIBIC 2009 receberão bolsa do CNPq, o que demonstra que o programa cumprirá seus objetivos. Além disso, cada vez mais a UEMS está sendo encarada, pelos órgãos gestores da pesquisa no país, como uma Universidade séria e com mérito na formação de jovens pesquisadores”.

Amélia Leite de Almeida, chefe da Divisão de Inclusão e Diversidade, acredita que esse projeto piloto de ações afirmativas reafirma o compromisso de buscar, pelo desenvolvimento econômico e social do país, a igualdade de gênero/raça e igualdade de oportunidades, além de ampliar o combate ao racismo, por meio de acesso à qualificação profissional, permanência no sistema de ensino e às oportunidades de emprego. “As ações afirmativas, criadas nas diferentes universidades brasileiras, só têm sentido quando possibilitam, por meio dos seus diferentes instrumentos, o acesso a todas as possibilidades de uma educação de qualidade”, finaliza Amélia.

Fonte: UEMS

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